A importância de medir resultados em ecommerce

medir resultados em ecommerce

Medir resultados é uma das tarefas mais importantes em Marketing Digital.

E a ideia de escrever este post chega com a observação e constatação que vários sites de ecommerce não estão a tirar partido da medição de resultados. Assim, a grande ideia a reter daqui é de é MUITO importante medir resultados em ecommerce!

Antes de começar com qualquer análise de dados é, numa primeira instância, fundamental delinear os KPIs e métricas do negócio.

A confluência dos dois, estabelecimento de KPIs e análise de resultados, ajudará a perceber se as decisões tomadas e as estratégias implementadas estão, de facto, a ser as melhores e a potenciar o negócio.

Analisar resultados é muito importante para que se possa impulsionar o investimento em canais que tenham uma melhor performance e perceber quais  podem existir apenas como auxiliares.

Qual a importância de medir resultados em ecommerce?

 

Medir resultados em ecommerce resulta sempre como uma vantagem sobre a concorrência.

Perceber o comportamento de quem visita um site de ecommerce é fundamental para pensar ou repensar as estratégias do negócio.

Assim sendo, utilizar o Google Analytics para monitorizar resultados é imperativo. Acompanhar os resultados provenientes da interação dos visitantes com os produtos, a performance destes, a receita gerada em média por consumidor, flow dos visitantes ou canais de aquisição é algo que deve ser feito por qualquer site de ecommerce que deseje suceder no universo digital.

Com o acompanhamento dos resultados no Google Analytics, é possível verificar a performance dos produtos, perceber quais os mais vendidos ou que categorias conhecem um desempenho melhor e colocá-los com visibilidade na homepage.

Tal como os produtos é possível aceder à receita gera por dia e perceber quais os melhores dias para converter os visitantes em clientes.

É, também, possível analisar qual o comportamento do visitante até efetivar uma compra: quantas vezes voltou e com que intervalo de tempo até se materializar aquela.

O funil de compra é bastante valioso já que nos demonstra os passos dados pelos visitantes na jornada para a compra e quais os passos que poderão apresentar mais problemas.

É pertinente, para nos auxiliar nesta ação de medir resultados em ecommerce, estabelecer diferentes periodos na jornada do consumidor, tais como: aquisição, engagement e conversão.

Na aquisição ficamos a saber que cal ou canais estão a gerar mais tráfego e receita e que campanhas estão a ter um melhor desempenho.

Já no engagement constatamos como se realiza a interação do utilizador com o website.

Na etapa da conversão analisaremos a receita, o ROI, quanta receita deriva de consumidores que retornam ou o valor da receita por visita.

A temática de medir resultados em ecommerce não é simples e este post faz apenas uma abordagem geral. Convirá que quem detenha um site de ecommerce perceba a pertinência e necessidade de medir resultados e perceber qual o comportamento dos visitantes no website, como se realizam as interações e efetivam as compras.

 

Saudações!

 

A importância do SEO para Ecommerce

SEO para Ecommerce

Sempre ouvi, desde que me comecei a dedicar ao Marketing Digital, que SEO era realmente importante para Ecommerce.

Na verdade, apenas agora, ao começar a trabalhar sites de Ecommerce e ao estudar profundamente o assunto e analisar as variáveis e especificidades deste tipo de comércio, consigo perceber a dialética entre SEO  e Ecommerce.

O post que hoje escrevo não deverá ser muito técnico, mas antes  tenderá a poder auxiliar quem queira lançar os seus produtos online ou quem tenha já lançado o seu site mas procure operar melhorias.

Assim, é preciso começar por perceber que quase 50% das pessoas que começam a sua jornada de compra, utilizam, para o efeito, uma pesquisa. É por este motivo que o impacto do SEO para Ecommerce deve ser cuidadosamente analisado.

Quando pensamos nesta relação, devemos ter em mente três variáveis:

  • a estrutura do site;
  • a otimização do conteúdo;
  • a experiência do utilizador;

A estrutura do site

É imperativo que o site contenha um Sitemap de modo a que os motores de pesquisa possam descobrir o conteúdo . Nisto, é também preciso perceber que conteúdo deve ser indexado. O Sitemap é considerado um fator de importância dadas as dimensões e o número de páginas que, normalmente, um website de Ecommerce detém.

Quando se pensa a arquitetura de um website, é necessário que esta seja:

  • simples e fácil de entender – clara e distinta;
  • que a homepage nunca esteja a mais de três cliques de outra página;

Em Ecommerce, as páginas de produto são realmente importantes e ao mantê-las bem otimizadas e fáceis de navegar são dois fatores valiosos para criar um impulso na indexação do website, ou daquelas páginas, junto dos motores de pesquisa.

Algo que também irá beneficiar muito a estrutura e performance de um site de Ecommerce é o recurso a links: internos e externos. Os links internos ajudam a perceber a estrutura do website e os externos impulsionam a autoridade perante os motores de pesquisa. Sobre estes últimos, os backlinks, falarei num post futuro dada a sua importância.

SEO On Page

Como referi, em Ecommerce, as páginas do produto e categorias são realmente importantes para gerar tráfego e alcançar vendas.

Por este motivo, elas devem estar realmente bem otimizadas não apenas para ajudar na indexação em resultados orgânicos, mas também para ajudar o utilizador a apreender a informação válida e necessária no sentido de o auxiliar na decisão da compra.

Assim, numa primeira instância é necessário otimizar e trabalhar os seguintes fatores da otimização On Page:

  • Title tag;
  • Meta description;
  • Otimizar os Alt tags das imagens;
  • Otimizar os URL dos produtos;

Para que este passo funcione é necessário realizar uma pesquisa de palavras-chave, a chamada Keyword research, para perceber que termos ou palavras está o nosso público-alvo a pesquisar.

Um site de Ecommerce que esteja bem otimizado sabe aquilo que os seus utilizadores pesquisam e falam.

E estas Keywords deverão estar  nos fatores que enunciei em cima, mas também nas descrições do produto.

De facto, as descrições de produto são um fator muito relevante quando abordamos esta correlação do SEO para Ecommerce e, por isto, nunca deverão ser descuradas.

Elas devem estar bem otimizadas e conter as keywords que se consideraram válidas para aquele produto em especial.

Uma página de produto bem otimizada deverá conter sensivelmente 1000 palavras e repetir, entre 3 a 5 vezes, a Keyword durante a descrição.

Não nos deveremos esquecer que um conteúdo bem desenvolvido auxilia não só no posicionamento junto dos motores de pesquisa, já que os ajuda a compreender de que trata e fala aquela página, como ajuda o utilizador no processo de decisão de compra.

Para ajudar na produção de conteúdo é importante, que cada página de produto possa ter as reviews dos clientes.

Isto irá auxiliar não só em termos de criação de conteúdo como também poderá impulsionar o utilizador a comprar já que terá em atenção as experiências positivas de outros clientes.

Se, contudo, não for possível produzir conteúdo tão alongado, por favor, crie descrições relevantes e valiosas e nunca se esqueça de, nelas, inserir a Keyword escolhida para aquela página.

Falei das reviews de outros clientes. Por certo, não vai querer que elas percam a oportunidade de se tornarem relevantes para o seu negócio.

Se as reviews forem positivas será bastante bom implementar product review schema de modo a que tenha rich snippets nos resultados de pesquisa.

Para este efeito, é necessário implementar schema markup nas páginas de produtos. Em breve falarei sobre este fator, também.

Schema Markup ajuda os motores de pesquisa a perceber melhor do que se trata aquela página em especial.

User Experience

Como falei no início do post, uma arquitetura de informação simples e clara proporciona uma boa experiência do utilizador e, por relação, afeta  a relevância da página e a bounce rate.

A Page Speed do site deve ser cuidadosamente analisada não só porque isso condiciona a User Experience, mas também porque a velocidade do site auxilia no posicionamento junto dos motores de pesquisa.

Deixo aqui uma quote que descobri hoje e que é, sem dúvida, muito relevante:

“For you to achieve your goals, visitors must first achieve theirs” – Bryan Eisenberg

Saudações!

 

 

4 Plugins para o WordPress absolutamente imperdíveis

plugin para wordpress

Quem aqui já recorreu ao WordPress para fazer o seu site? Pois bem, o segredo do WordPress não reside apenas na facilidade com a qual contruímos um site, mas também nos plugins que temos à nossa disposição.

Este mesmo site está construído em wordpress e tem alguns plugins, gratuitos, instalados.  E como a experiência tem sido positiva estava ansiosa para partilhar alguns plugins  para WordPress que vos poderão vir a ser muito úteis também.

Eis, então, alguns plugins para WordPress:

Uma das coisas importantes em conteúdo é conseguir distribuí-lo devidamente. Para tal, este plugin é fundamental já que adiciona a posts ou páginas os botões de social media para que o conteúdo possa ser devidamente partilhado nas redes sociais.

Devem ser escolhidos os botões/redes sociais que queremos adicionar; para isto existe uma lista com várias redes sociais de onde podemos escolher aquelas que fazem sentido estar no nosso site.

Este é um plugin do WordPress que conta com mais downloads e também é um dos mais antigos. É excelente para quem quiser criar um formulário de contacto no website.

Aqui está um plugin para WordPress excelente para quem produz conteúdo mas não domina os princípios do SEO. Este plugin ajuda-nos na otimização e construção do conteúdo em torno de uma primary keyword ao mesmo tempo que nos dá indicações para uma boa edição de um texto do ponto de vista da leitura para o utilizador como em termos de otimização para motores de pesquisa.

O Google Analytics, por providenciar um serviço indispensável a quem detém um website, conseguindo mostrar-nos todas as estatisticas de quem o visita, que comportamento detém e de que canais de tráfego chega ao website teria que constar nesta lista.

Assim,  este plugin para WordPress, o Google Analytics Dashboard for WP, ajuda-nos a ter acesso a estes dados ao mesmo templo que simplifica a sua leitura. Aconselho, antes de instalar o plugin, que crie uma conta no Google Analytics.

Comente, diga-me se utiliza algum destes ou que outros  aconselha!

 

Conversão: a segunda etapa de uma estratégia de Inbound Marketing

conversao em inbound marketing

Num post anterior já havia falado em Inbound Marketing, nomeadamente na primeira etapa, a da atração. Agora irei falar-vos um pouco da segunda etapa de uma estratégia de Inbound Marketing: a conversão.

Nesta etapa, após termos atraído estranhos ao website e termos conseguido  convertê-los em visitantes, utilizando, para o efeito, bom conteúdo publicado no blog, otimizado em termos de keywords e partilhado pelas redes sociais, devemos saber como transformá-los, a esses visitantes, em leads.

Por este motivo, a etapa da conversão em Inbound Marketing  age em complementariedade com a etapa da atração.

Mas como é que se conseguem transformar visitantes em leads?

Através das ofertas, das landing pages, dos CTA. De facto, estes três fatores são bastante importantes nesta fase de conversão. Senão vejamos:

A oferta de conteúdo deve ser atrativa e útil aos olhos do visitante para o conseguir levar a submeter os seus dados em favor deste.

Ou seja, o conteúdo, que aqui age como moeda de troca, deve acrescentar valor ao visitante.

Deste modo, quando um visitante deixa os seus dados de contacto, o seu nome, indústria em que atua ou localização, preenchendo um formulário em troca de conteúdo que lhe poderá ser útil, isto é uma conversão em Inbound Marketing.

De que conteúdo estamos a falar na etapa de conversão em Inbound Marketing?

Estamos a falar de e-books, templates, calendários, infográficos. Ou seja, todo o tipo de conteúdo que possa auxiliar o visitante e que atue como benefício para ele.

Na etapa da conversão em Inbound Marketing as landing pages detêm um papel primordial. Por este motivo, elas devem ser pensadas e desenvolvidas para converter,  levando o visitante a submeter os seus dados em troca de uma oferta.

Assim como os Call to Action que conseguem impelir os visitantes a tornarem-se leads e os formulários que nos ajudam a saber mais informações sobre a audiência, as Landing Pages são determinantes para conseguir alcançar o objetivo de conversão.

Não nos devemos esquecer, todavia, da importância do CRM que nos ajuda a perceber as conversões de modo a que sejam feitas as interações necessárias à criação de uma relação com o consumidor.

 

 

Estado da Economia Digital em Portugal

economia digital

Este artigo é um resumo de uma comunicação que fiz no evento Criatividade à margem. Fui convidada a falar sobre o paradigma do trabalhador digital e o panorama da Economia  Digital em Portugal.

Desde 2009 que o meu percurso digital se desenvolve na área da educação para a inclusão digital. É, portanto, fácil inferir que, no mundo contemporâneo é vital que os cidadãos sejam inclusos digitais.

Se atentarmos nas profissões de hoje em dia, assim como aquelas que aparecerão  num futuro muito próximo, verificamos que estão imbuídas de uma proximidade latente com o universo digital e que estão dialética com a aprendizagem contínua no âmbito das competências digitais.

Estudo sobre o panorama da Densidade Digital em Portugal: Accenture e Oxford School of Economics

Este estudo que projeta os benefícios de uma transformação digital, revela que a economia digital representa, em Portugal, cerca de 20% do PIB.

Assim, e por ser cada vez mais preponderante o peso da economia digital no PIB de um país, e porque em comparação com outros países desenvolvidos esta representa 28% do PIB, Portugal necessita de recuperar o seu delay em relação a outros países para alcançar aquilo a que o relatório chama de maturidade digital.

Ora, esta maturidade digital pode ser alcançada de diversas formas. formas essas que concorrem para o reforço do capital humano  nas áreas das TIC  e de uma aposta clara na atualização da oferta formativa disponível no mercado para (re)qualificar profissionais nas áreas necessárias para satisfazer as necessidades das empresas.

Assim, esta requalificação profissional, em dialética com a inclusão digital, asseveram-se como primordiais para que Portugal consiga tornar-se num país mais competitivo e em que a economia digital tenha uma expressão cada vez maior no PIB.

É, portanto, indubitável, que o impulsionar da literacia digital seja a alavanca e o motor do desenvolvimento de uma economia assente no digital.

Se atentarmos nas necessidades do tecido empresarial verificamos que o setor digital tem uma expressão enorme. Mais uma vez sai reforçada a dialética entre o digital e a empregabilidade.

De facto, quando esta ligação se materializa, origina sociedades mais capazes, mais inovadoras e mais criativas, e que são capazes de fazer face a novos desafios.

A economia digital e a aprendizagem contínua

A economia digital posiciona-se como o motor das mudanças a  que assistimos na sociedade contemporânea e no tecido empresarial.

É, também, o modo através do qual parece possível enfrentar as rápidas mutações impostas pela globalização; no mundo atual o fulgor económico está intrinsecamente ligado à inovação, tecnologia e conhecimento.

É por este motivo que devem ser estimuladas as competências neste domínio do saber.

A empregabilidade beneficiará da especialização em áreas do setor digital já que esta é uma resposta às necessidades do tecido empresarial.

Por este motivo, a qualificação ou requalificação profissonal deve ser um pressuposto base e fundamental para que a estratégia de crescimento e modernização da economia digital em Portugal se possa efetivar.

Sabemos, ainda, que esta nova revolução industrial carrega consigo uma quantidade de mutações acentuadas e disruptivas, proporcionando e impulsonando o aparecimento de novas profissões.

Aparecerão novas profissões e decorrerá uma reconversão ou reconfiguração do panorama profissional em que se torna imperativa uma reorientação dos profissionais para áreas como a engenharia, a análise de data ou a computação.

A especialização das escolas, tendo por base a oferta formativa em áreas emergentes e de futuro, é urgente e imprescindível de modo a que se consiga  acompanhar as necessidades impostas por este crescimento das empresas e atualização do seu posicionamento do mercado.

Estas escolas devem operar em diálogo constante com as empresas de modo a perceber quais os seus desafios e de como podem ser um elemento impulsionador da economia digital.

Segundo o Global Human Capital Report do World Economic Forum, Portugal, Espanha e Grécia são quem detém o capital humano menos desenvolvido, sendo que este se refere a investimento na educação ao longo do tempo, educação formal, reforço das skills, aplicação das skills por parte da população adulta, para além da especialização no trabalho.

Esta nova revolução industrial que referi anteriormente trará consigo uma quantidade de novos desafios e novas profissões  que ajudarão a ascenção de pequenas empresas.

Toda esta evolução do trabalho é um processo que derivará, certamente, de uma adaptação contínua em que as TIC, o digital e a AI vêm mudar a paisagem do trabalho como o conhecemos, aumento a procura por trabalhadores altamente qualificados em áreas digitais e criativas.

Por isto, os programas formativos deverão ser reajustados às necessidades vigentes e àquela que é a realidade presente e futura, estimulando a aprendizagem contínua.

 

 

Como começar uma estratégia de Inbound Marketing

estratégia de inbound marketing

Todos nós, muito possivelmente, já ouvimos falar e, certamente,  contactámos com Inbound Marketing. Assim, como um dos meus objetivos é partilhar aqui o que vou fazendo, aprendendo e experienciando no Universo do Marketing Digital, resolvi começar por este tema: a estratégia em Inbound Marketing.

Antes de iniciarmos, convirá esclarecer para quem ainda não sabe, o que é isto do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing pode ser realmente desafiante e apaixonante pois ele nasce de uma relação bem nutrida entre a marca e o consumidor.  Esta relação ou engagement, que conhece várias etapas, é fortalecida pelo conteúdo entregue por esta, a marca, àquele, o consumidor. E é aqui que reside o desafio: o conteúdo deve  servir e educar o consumidor, ao mesmo tempo que faz crescer a sua confiança na marca.

A primeira etapa de uma estratégia de Inbound Marketing: ATRAIR

Referi que esta relação entre marca e consumidor conhece várias etapas. Embora neste post só nos demoraremos na primeira ( outros posts virão em que abordaremos, uma a uma, as restantes ), é importante referir que estas etapas estão intimamente ligadas com a jornada do consumidor ( sim, também falaremos disto adiante ).

Deste modo, a primeira etapa da estratégia de Inbound Marketing é atrair. Atrair quem? Para onde?

Atrair estranhos para que possam ser convertidos em visitantes do nosso website! E, então, como conseguimos captar a sua atenção? Através da produção de conteúdo altamente relevante e que vá ao encontro das suas necessidades. Este conteúdo que deve estar bem otimizado de acordo com as regras do SEO, ser educativo e pertinente, deve ser entregue ao público através da publicação em blogs e ser altamente partilhável nas redes sociais.

 

Nesta fase devem ser estruturadas as nossas Buyer Personas que nos ajudam a compreender quem é o nosso cliente ideal e a procurar saber mais sobre ele. As Buyer Personas devem ser geradas através de alguma pesquisa que integre factos reais! Assim, devemos partir da observação de dados demográficos, comportamentos e objetivos de pessoas que sejam já compradoras ou que façam usufruto de um produto do mesmo segmento que o nosso, de modo a percebermos não só o que devemos produzir em termos de conteúdo, mas o que estas pessoas esperam e necessitam ver!

Nesta fase, como referi, a publicação em blogs tem extrema importância. Nós queremos produzir conteúdo válido, relevante e, com ele, alcançar visitas para o nosso website, numa primeira fase. Contudo, não devemos esquecer que o nosso conteúdo deve ser partilhado, também, nas redes sociais que são cruciais para todas as fases de uma estratégia de Inbound Marketing.